Agora está virando festa! Se não bastasse a Ferrari pedir a FIA um novo crash test, o que se comenta é que três equipes, alem da italiana, pediram a entidade para também modificar seus chassis.
Mas ao contrário dos italianos que querem modificar seu chassi por conta do rendimento ruim que o carro vem apresentando, essas equipes querem apenas antecipar um fato que pode abalar e muito a relação de forças no mundial 2012. E dentre essas equipes está a Red Bull.
E qual seria o motivo desse pedido?
Mercedes AMG W03.
A equipe de Brackley não atrasou a apresentação do seu projeto por conta do carro não estar pronto a tempo, e sim para esconder peças chaves da concorrência. E uma delas é a W-Duto (asa duto) que utiliza um sistema muito engenhoso para estolar a asa nas retas e criar menos resistência do ar, assim dando mais velocidade para o carro.
Mas ao que parece, a solução encontrada pela Mercedes e que seria copiada mais cedo ou mais tarde, dizem que a McLaren já vem testando um modelo semelhante, seria nada mais que um pequeno engodo, claro que tem seu ganho de performance, mas nada parecido com o que a equipe escondeu até agora e que causou esse pedido de modificação no chassi por três equipes.
O F-Duto!
O dispositivo inventado pela McLaren, usado no MP4-25 e copiado pelas demais equipes na temporada de 2010 teve um grande sucesso e desempenho nesse ano, mas a FIA julgou que era ilegal e baniu a peça para o ano de 2011 alegando que era inseguro e poderia gerar acidentes por conta do piloto tirar a mão do volante e ter mais um trabalho dentro do cockpit.

Na imagem dá para ver alguns buracos que serviriam como saída de ar para ativação do F-Duto. Na mesma imagem também fica nítido que não há o dispositivo de ativação da DRS, o que faz pensar que uma haste virá de baixo para cima com o duto e a peça hidráulica que ativa a asa. Mesma haste usada pela Red Bull nos testes de inverno.
Eis então que a Mercedes parece ter desenvolvido um sistema passivo, que não há interação do piloto e que sem dúvidas poderá ser o grande diferencial para temporada.
Mesmo que se perguntem, com o auxílio da DRS o F-Duto ficaria sem propósito?
Não!
E é o que venho discutindo com o Felipinho, como ela seria utilizada, se durante a abertura da DRS ou quando a mesma estivesse fechada?
Então vamos colocar aqui as duas opiniões.
1 -- É sempre bom lembrar que a DRS pode ser ativada a bel prazer nos treinos e classificações, mas tem uma zona de ativação para a corrida, o que impede os carros de obter o ganho que a abertura da asa oferece em outras partes do circuito.
Em 2010 os carros utilizavam o F-Duto em qualquer parte circuito com a ativação do piloto, muitas vezes, como em Barcelona o piloto já acionava quando entrava na tangência da curva da reta dos boxes e só tirava a mão do duto quando iria fazer a tangência da curva 1. Contornava as curvas 2 e 3 e ativava o duto novamente, e assim era em praticamente qualquer parte do circuito onde tivesse uma pequena reta.
Nessa temporada falava-se que o ganho chegava até 3 décimos por volta com o uso do F-Duto.
Como o uso da DRS é limitado nas corridas a apenas um ou dois trechos, o propósito do F-Duto seria poder estolar a asa em qualquer outra parte do circuito, mesmo com a DRS fechada, o que poderia levar aos mesmos 3 décimos de ganho da temporada 2010.
A sua ativação poderia ser feita da mesma forma que a W-Duto, como vimos no vídeo logo acima, de forma passiva e sem interação do piloto o que iria de encontro com as normas da FIA e a mesma não poderia banir novamente o sistema.
Isso daria a equipe Mercedes um ganho espetacular por volta, fazendo até com que a diferença para as demais suma e se torne uma grande vantagem nas corridas, podendo até render vitórias para a equipe de Ross Brawn e Michael Schumacher.
Claudemir Freire
2 -- Na minha opinião, acredito que estariam driblando o regulamento, que baniu o F-Duto anterior, que impede que qualquer dispositivo aerodinâmico seja acionado pelo piloto, utilizando o próprio DRS para a estolar a asa.
Creio que com a seção da asa fechada (parte superior movida pelo DRS), o duto ficaria fechado, sendo aberto quando o dispositivo do DRS for acionado, estolando a parte inferior da asa, o que diminuiria ainda mais o arrasto nas retas, já que o tamanho da seção aberta pelo DRS é regulamentada pela FIA, sua abertura para passagem do ar ficaria ainda maior.
Como o acionamento do DRS é liberado nos treinos classificatórios, a equipe conseguiria maior vantagem que as outras equipes, já na corrida seria somente quando fosse liberado o acionamento do dispositivo.
Felipinho
Ainda há muito o que entender nesse novo sistema inventado pela equipe Mercedes, mas o que podemos afirmar é que enquanto Adrian Newey procura eficiência aerodinâmica em seus carros, usando ao máximo do limite do regulamento, Ross Brawn cava brechas como essa e o difusor duplo para fazer de seus projetos carros campeões, também teremos que aguardar como a FIA, através de Charlie Whiting, irá reagir, vendo voltar a disputa um dispositivo que ela julgava ter banido.
Fonte: BoxGP, Auto Motor und Sport
Colaboração: Felipinho



Mas o bacana mesmo que esse espirito de inovação tenha voltado para a F1, mesmo que seja a parte aerodinâmica e não mais mecânica. É bom ver os engenheiros usando inovações que nunca antes pensaram em usar.
apesar do foco ser aerodinâmico, há uma mudança na abordagem, e cada vez mais fica claro que avanços no trato aerodinâmico exigem soluções mecânicas engenhosas (miniaturizações, compostos, ângulos inusitados, mapeamento etc.)
não notar isso é cair na esparrela que caiu o Oricchio ao lamentar logo após os testes a importância da aerodinâmica na F1 recente, em seu Chega De Aerodinâmica.
repetir a ladainha que Oricchio repetiu é sectarismo, postura de quem não nota as diferenças em curso.
o que falta sim é um jornalismo automobilístico capaz de trazer à tona as sutilezas técnicas que forjam os carros de F1 de hoje, sem ficar lamentando que a cartilha técnica que haviam decorado não serve mais e que agora vão ter de coçar-se pra acompanhar os novos tempos.
Hoje a F1 não serve mais como celeiro tecnológico para carros de rua. E não porque congelou motores, usa freios sem ABS ou não embarca aquela eletrônica de outrora. E sim porque os carros de rua não tem mais o que sugar da F1 que não já foi sugado.
Hoje o futuro dos carros de rua é a “híbrides” e não só elétrico com combustão, mas também de outros combustíveis. E isso a F1 não quer para si, pelo menos por enquanto.
Então falar que a F1 apoiada em aerodinâmica não presta é discurso de pessoas que não pensam no geral, e sim, no contexto pequeno de seu mundo pequeno.
Quando a mecânica imperava era em razão de que ela era mais barata do que hoje, porque os carros precisavam de muita potência para chegar aos mesmos 320 kmph de hoje, porque tinham que ter grip mecânico maior do que necessita hoje, porque os tempos eram outros.
Aviões eram feitos com turbinas maiores, mais potentes e que gastavam mais combustível. Isso porque o arrasto era muito maior. Hoje a fluidez de um avião faz com que ele econômize combustível, tenha motores menores e com maior autonômia. Tudo baseado numa aerodinâmica melhor. Se não fosse ela, ainda andariamos nos DC3 da Varig.
Aerodinâmica é o futuro da F1 e da industria automobilistica!
Daqui uns anos, alguns mesmo, veremos um F1 com motor de “furadeira 1000 cc V4″ andando a 320 kmph sem emitir som.
Claro que não assitirei. Mas esse motor virá da industria automobilistica e não dos laboratórios da F1. Como era pra ser agora em 2014 um V4 de 1.5L TDI, encontrado facilmente em um carro de rua com apelo esportivo.
se o oricchio-montezemolismo for levado ao extremo, os chassis teriam de ser os congelados e os padronizados na história, pois não há como restringir o desenvolvimento aerodinâmico em um monocoque sem engessar a engenharia de chassis.
mas aí seria o horror dos horrosres pra mim.
até acho que o regulamento segue uma filosofia castradora em vários itens ‘mecânicos’, mas daí achar que a culpa é das peripécias da chusma de aerodinamicistas já é uma alucinação.
chassis é igual aerodinâmica, graças ao mago Colin Chapman et Cia.
quem gostava da fórmula um desde os 70 não deveria chorar por causa disso: a diferença entre aquele momento e hoje é de grau no refinamento aerodinâmico e não de natureza no refinamento.
como você bem colocou, claudemir, hoje se sabe muito mais sobre a engenharia de fluxos do que a quarenta anos atrás.
sou adepto do manifesto de Adrian Newey lançado em 2010 chamado Prototype X1, mas acho difícil o regulamento caminhar pra algo não-restritivo com já o é hoje.
Essa ideia faz parecer que um está certo e o outro errado, mas ir ao máximo do regulamento e cavar brechas no mesmo no fundo é a mesma coisa.
Você pode ir a um mercado, abrir um produto e consumir lá dentro, quando for ao caixa pegar o produto aberto e contabilizar na sua compra.
É errado fazer isso? Um pouco, você deveria esperar para consumir fora do mercado, mas não está infringindo nenhuma lei no final.
Mas você pode ir na sessão de frutas, provar uma uva, pêssego, amoras e outra fruta e não pagar.
É errado fazer isso? Sim, mas você não tem como ser questianado por isso, você estava apenas provando para ver se era boa e levar para casa. Mas está de qualquer maneira infringindo a lei, porque o produto não é seu e tem que ser pago para ser, mas no fim das contas o lojista deixa pra lá porque já é um hábito.
O que o Newey faz é usar o regulamento no limiar de legalidade, como o primeiro exemplo.
O que Brawn faz é achar os buracos nas regras para poder burlar e tirar proveito, como o segundo exemplo.
Espero que eu tenha me expressado melhor quando dei essa idéia que você reproduziu no seu comentário. Porque era isso que eu gostaria de ter passado.
O que Brawn faz é achar os buracos nas regras para poder burlar e tirar proveito, como o segundo exemplo.”
………………..
Continua sendo a mesma coisa, sendo que achar buracos nas regras não é necessariamente burlá-las. O regulamento é o mesmo para todos. Os limites e brechas também.
Todos lá fazem isso. Vão ao limites do regulamento e se acham buracos, é porque eles estão lá. O problema é que o regulamento talvez seja mau elaborado ou discutido e aí dá margem pra que as equipes busquem explorar tudo o que tem ali.
Por ele ser mal elaborado Ross Brawn sempre acha brechas ilegais para fazer seus carros, como foi o caso do DDD, que não existia no regulamento e ele como um dos que desenvolveram essa nova cara da F1 soube aproveitar do buraco na regra.
Enquanto Newey não fez o mesmo com o DDD.
Agora Brawn volta a usar o DDD e o F-Duto, dois dispositivos banidos, mas de forma passiva, o que lhe dá margem novamente no regulamento, isso porque é outro buraco que ele encontrou.
Enquanto o Newey usou o regulamento para colocar seu escape do RB8-B dentro da regra, mas com uma visão diferente dos demais. A mesma usada pela McLaren por sinal.
Então:
Brawn volta a usar dois dispositivos banidos e faz com que isso entre na regra porque os mesma não estão na regra porque ele fez uma nova leitura.
Newey interpreta a regra de forma a usar da melhor maneira para seu carro, mas não infringe e nem inventa uma nova regra.
Então porque estariamos falando da mesma coisa?
Ambas passaivas, mas a primeira foi proibida e a segunda permitida.
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E você mesmo diz: “Enquanto o Newey usou o regulamento para colocar seu escape do RB8-B dentro da regra, mas com uma visão diferente dos demais. A mesma usada pela McLaren por sinal.”
“Brawn volta a usar dois dispositivos banidos e faz com que isso entre na regra porque os mesma não estão na regra porque ele fez uma nova leitura.”
………………………………..
Newey tem uma visao diferente dos demais. Brawn faz uma nova leitura.
Continua não sendo a mesma coisa?
Até que a FIA se manisfeste, ninguém esta infringindo ou inventando uma no va regra. Apenas estão usando a regra e suas brechas da melhor maneira para seus carros. Tanto que a Mclaren, RedBull e Lotus estão fazendo o mesmo.
É justamente a nova leitura que eles fazem que, sendo legais como parecem ser, acaba valendo no regulamento. Aí no ano que vem, deixa de ser legal, porque é assim que a FIA tem feito ultimamente.
O F-duto tinha uma função em 2010 . O duto W tem outra função diferente do primeiro. Aí sim não é a mesma coisa.
Apenas estão tendo sua “visão diferente” ou sua “nova leitura”. E por enquanto, não estão infringindo ou inventando novas regras . Apenas interpretando-as da melhor maneira para seus carros.
Difusor Duplo -- Proíbido.
Brawn vê que o Start Hole pode ter 15 cm de diâmetro e coloca ele como um novvo difusor duplo.
F-Duto -- Proíbido
Brawn achou como colocar o F-Duto em conjunto com a DRS de forma passiva em termos, porque o acionamento ainda é do piloto.
Posição do escape
Newey colocou no lugar em que a FIA determinou.
Apenas criou uma forma com que o fluxo de ar levasse os gases para onde ele queria.
Curto e grosso:
Brawn achou um buraco e fez o seu carro com dois dispositivos proíbidos.
Newey usou a regra e fez o seu trabalho sem infringir a mesma.
O que isso qur dizer:
Que Brawn causou uma corrida das demais equipes, a custos altíssimos (como foi em 2009) para que essas possam mudar seu chassis por conta de um dispositivo banido e que não poderia voltar mais a categoria.
O que então está dúbio para você Celso?
Se fosse o Newey fazendo o mesmo que o Brawn a minha crítica seria a mesma.
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F-Duto — Proíbido
Brawn achou como colocar o F-Duto em conjunto com a DRS de forma passiva em termos, porque o acionamento ainda é do piloto.
…………………..
O F-Duto foi proibido. Diferente do sistema operado pelos pilotos na asa traseira, conhecido como ‘duto-F’, que foi proibido em 2011, o sistema da Mercedes é totalmente passivo e não requer peças móveis, e é legal.
E não se tem nenhuma certeza de que o Duto W funciona em conjunto com a DRS.
Newey usou a regra e fez o seu trabalho sem infringir a mesma.Assim como o Brawn.
Mais: O próprio Brawn percebeu a brecha do difusor duplo em 2009 e propos às equipes que se discutissem o mesmo, o que não aconteceu.
Não há, até o momento, nenhuma discussão sobre “dispositivo banido e que não poderia voltar mais a categoria.”
Sequer estão questionando a traseira ou o duto W da Mercedes. O que tem sido alvo de discussões é a saga dos escapamentos, principalmente o da RBR.
Se fosse o Newey fazendo o mesmo que o Brawn a minha crítica seria a mesma.
pelo visto o autêntico F-Duct pode vir a ser ressuscitado e combinado ao DRS.
O post em questão trata disso. Da volto do F-Duto usado em 2010.
Por isso as equipes pediram para fazer um novo crash test, porque vão precisar mexer na estrutura do chassi para inserir o F-Duto.
Então o dispositivo banido está de volta, apenas seu acionamento é que ficou diferente. Ao que tudo indica agora ele entra junto com a DRS quando ativado pelo botão no volante.
Veja o link que o Alexandre colocou agora a pouco.
Entre no nosso chat Celso!
http://ultrapassagem.org/2011/03/09/chat-do-ultrapassagem/
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O segredo da Mercedes
POR Fábio Seixas
Lembram das suspeitas de Newey de que a Mercedes traria alguma grande novidade técnica para este ano?
E já repararam naquela fenda no bico do W03?
Pois é, surge agora uma explicação…
A Mercedes começou a testar, no final do ano passado, um sistema
similar ao do “duto F” ou “snorkel”, a sensação técnica de 2010,
proibida no fim daquele ano pela FIA.
Com duas diferenças. A ação, agora, se dá na asa dianteira. E não há partes móveis envolvidas _daí sua legalidade.
A McLaren já teria tentado sua versão na última sessão de testes de Barcelona.
E há rumores de que as duas, mais McLaren e Lotus, estariam implatando algo semelhante para as asas traseiras.
O Diego Cano Zuriguel, da “Car and Driver” espanhola, um maluco pela parte técnica da F-1, preparou um belo artigo sobre o assunto e o vídeo abaixo. Se você se interessa pelo assunto, vale ler e ver.
http://fabioseixas.blogfolha.uol.com.br/2012/03/09/o-segredo-da-mercedes/
Aerodynamic W-duct : un triple F-Duct delantero, automático y sin piezas móviles
http://www.caranddriverthef1.com/formula1/articulos/2012/02/19/50225-aerodynamic-w-duct-un-triple-f-duct-delantero-automatico
Mas valeu pela dica, pode trazer mais coisa para ajudar a complementar e informar nossos amigos leitores.
Já está como o seu amigo Becken o censor..o que não diria o João Saldanha de um individuo desses..de tanto andar por lá -- quando andou -- ficou com a sabedoria do que chama o Lewis “pit bull” Hamilton de “Golden Boy” logo depois da calhordice que fez ao Sutil..
Alguém tem dúvida que esse aqui sopra..E diz vc Cláudio que a McLaren não soprava em Montmeló..
Abraço
Censor do que ?
Eu nem tenho poder de apagar nada aqui…
Outra eu nunca afirmei que nao sopra.
Sinceramente nesse video nao escutei nada alem de uma reducao de marcha.
Alguem ouviu algo a mais ?
7 de março de 2012 às 9:18
Eu nao acredito que a Mclaren estivesse usando o soprado.
Vamos pensar, foi ela que “cagoetou” a historia toda. Logo eles ja deviam estar com o software novo e querendo que as outras perdessem algo.
Ja a mercedes e a renault, redbull ai sim essas deveriam estar usando.
Isso comentando o artigo Ferrari F2012 o medo de não entrar na Q3
Eu digo é que vc ficou como ele porque já não vê defeito na McLaren..Ironia
Quanto ao video acho que é claro que quando reduz a a marcha o motor continua revolucionado no máximo e assim sopra..
Um Abraço
Meus F1 Freaks Like Me
Entrevista do Carlinhos Branqueando
O homem podia-o dizer mais alto agora mais claro…Vão ser laxos com a posição dos escapes…agora com o motor soprando o software vai tentar..é chamar o Zuckerberg ( um dos segredos do cara era o domínio da informática) ou então o gordo que foi preso em New Zealand -- que é alemão e esperemos não queira trabalhar numa de PanGermanismo para a MGP…vão tentar dizia capar os soprados com o SW…Quem viver vai ver se conseguem
link: entrevista completa no fim.
Abraço
NINGUÉM ARRISCA DIZER E OUVIR SE A MCLAREN SOPRA OU NÃO?
http://www.fia.com/en-GB/mediacentre/pressreleases/f1releases/2012/Pages/f1-cw-qa.aspx?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter